Viaduto 13 – O maior das Américas

Viaduto 13 – O maior das Américas

Coordenadas – 29°2’42″S   51°54’39″W

 

<span style="color:#ff0000;Em 19/06/2017) circulou uma notícia pelas redes de que o Viaduto 13 estaria com seu acesso interrompido. Infelizmente, essa notícia é (parcialmente) verdadeira.

Retornei para lá essa semana e pude verificar que foram colocadas algumas placas informando a proibição de acesso aos viadutos…. Somente isso!

Vale dizer que apenas o acesso aos trilhos do Viaduto 13 é que está “interditado”. Sim, entre aspas mesmos, pois apenas foram colocados alguns tapumes a fim de dificultar o acesso a veículos, mas, não há vigilância no local. Contudo, a prática de rapel e outros esportes no viaduto está prejudicada.

Mas o importante é que autoridades da região já se mobilizaram para restabelecer o turismo na região, com o retorno da prática das atividades.

Vale reforçar que o acesso aos viadutos Mula Preta e Pesseguinho continuam normais. Ademais, há várias trilhas na região que podem ser feitas por motocicletas, bikes, veículos 4×4. Estas trilhas são próximas ao viadutos, e cortam a ferrovia em vários pontos. Vale a visita!

Qualquer dúvida, contate-nos.

Quando tivermos novidades, postaremos por aqui.

 

 

 

De acordo com a Wikipedia, O Viaduto do Exército, conhecido também como Viaduto 13, é a denominação dada a um viaduto ferroviário existente na Ferrovia do Trigo, a EF-491, no trecho entre os municípios de Vespasiano Corrêa e Muçum, no Rio Grande do Sul.

A denominação 13 tem sua origem no fato de ser o 13º de uma sequência de viadutos que se inicia no centro da cidade de Muçum, conhecida como a “Princesa das Pontes”.

Foi construído pelo 1º Batalhão Ferroviário do Exército Brasileiro durante a década de 1970, tendo sido projetado desde o final da Segunda Guerra Mundial. Com seus 143 metros de altura e 509 de extensão é o maior viaduto ferroviário das Américas e o terceiro mais alto do mundo.

Suas fundações são do tipo sapata corrida e estão enterradas a 21 metros abaixo do nível do solo. Cada pilar é formado por quatro paredes de 80 centímetros de espessura média.

O acesso ao Viaduto 13 é simples.

Desde Muçum são 16 km de estrada de terra costeando o Rio Guaporé até o pé do Viaduto 13. Este é o caminho mais fácil para se chegar até ele, pois não há elevação e não há encruzilhadas. De Muçum até o Viaduto 13.

Desde o pórtico da entrada de Vespasiano Corrêa (localizado às margens da RS 129) até o Viaduto 13, são 13 km, dos quais 3 km são asfaltados. Este caminho exige mais atenção, pois existem algumas encruzilhadas, mas, todas estão sinalizadas. O caminho também é íngreme, pois Vespasiano está localizada a 200 metros acima do nível do Rio Guaporé que corre ao lado do Viaduto 13. De Vespasiano Correa até o Viaduto 13.

Para chegar ao topo do Viaduto, você deve seguir pela pequena ponte que há no local. Subirá cerca de 1,3 km e entrará a direita. Em 250 metros estará no topo do Viaduto 13.

Na base do viaduto há área de camping, banheiros, e uma pequena lancheria.

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Vista do alto do Viaduto 13
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Vista do Viaduto 13, do lado oposto do Rio Guaporé
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Entrada do Túnel

Caminhando cerca de 1 km pelo túnel, chega-se às Janelas dele, onde é possível chegar a uma Cachoeira.

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Janelas – Foto ‘roubartilhada’ de Lucas F. Willens
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Vista da Cachoeira e das Janelas – obtida do lado oposto do Rio Guaporé

Cascata subterrânea

Coordenadas -29.026017, -51.904530

Seguindo-se cerca de 3 km pelo interior do Túnel, chega-se à Cascata Subterrânea. Esta é uma cascata artificial, pois o leito do rio fora construído por baixo dos trilhos.

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Vista da “boca” da Cascata – Foto de Lucas F. Willens
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Vista do interior da Cascata – Foto de Lucas F. Willens

Este é o Viaduto 13, o maior das Américas, e para conhecê-lo você não precisa de nenhuma habilidade especial. O acesso é fácil e não há custo algum para realizar o passeio. O ideal para se fazer esse passeio é dispor de um dia inteiro. Das 09:00 às 16:00 horas é um bom tempo para curtir com tranquilidade.

Não esqueça de:

  • Água
  • Lanche
  • Lanterna

Curiosidades

Há um “x” pintado a carvão, que pode ser visualizado próximo ao meio do pilar do centro, que indica o local onde supostamente três trabalhadores do Exército teriam caído no dentro dos pilares, durante o desabamento de um andaime, e que seus corpos jamais foram removidos de dentro do pilar. Outros dois soldados teriam ficado pendurados durante dois dias aguardando a montagem de um novo andaime para poderem descer, mas estes acontecimentos não são confirmados pelo Exército.

Abaixo, algumas imagens da construção desta gigante obra da engenharia brasileira.

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